(via aprisionada)

  • Ela:

    AAAAH! Eu to tão estressada!

  • Ele:

    Calma...

  • Ela:

    Quem não ta calma? Eu to super calma!

  • Ele:

    Mas você acabou de dizer...

  • Ela:

    Eu preciso de chocolate!

  • Ele:

    Eu tenho um bombom aqui se você quiser...

  • Ela:

    Ta doido? Isso engorda!

  • Ele:

    Mas você acabou...

  • Ela:

    CALA A BOCA!


Era inicio de noite, parecia que seria uma noite como qualquer uma, tudo estava acontecendo rotineiramente, nada fora do comum. Eu morava em uma vila, não muito movimentada, o que à deixava com um ar um pouco assombrado, mas meus pais moravam ali há 24 anos, e nada tinha acontecido até então. Continuando, como de costume, recolhi-me ao meu quarto tendo em mãos um livro, e meu celular, tranquei a porta e comecei a ler. Coloquei os fones no ouvido, eles me ajudavam a concentrar-me na leitura, ao contrário do que minha mãe pensava. A música era suave, e ao mesmo tempo assustadora, o que fazia jus ao livro que eu lia. O livro contava a história de uma garota filha de um grande empresário, que havia um grande segredo: Ele tinha matado sua antiga esposa, e seus dois filhos. A garota, logo após descobrir isso, passou a fugir de seu pai, que tentava lhe matar, para que seu sombrio segredo não fosse adiante. Aquela história de certa forma, me era convidativa, já que boa parte de mim, digamos que, era atraída pelo obscuro. E era incrível a forma que a leitura me prendia, quando me dei conta, já passava da meia-noite. Resolvi ajeitar minha cama, e esperar que o sono chegasse. Joguei o livro dentro do guarda-roupa, e tentei dar uma “maquiada” em meu quarto, já que a bagunça era tão grande, que se eu fosse realmente arrumar iria levar a noite toda. Deitei na cama, e me enrolei com meu cobertor, que já era como parte de mim, pois não conseguia dormir sem ele. Me cobri dos pés a cabeça, e fiquei pensando na história do livro. Quando estava pegando no sono, escutei um barulho, que não me era estranho, parecia com os que eu escutava em filmes de terror. Bom, tentei ignorar, e fingir que era fantasias da minha cabeça. Fechei os olhos, e outro barulho, esse foi mais assustador e seguido de um grito rouco, parecia sentir muita dor. Me cobri o suficiente para que apenas meus olhos ficassem expostos, e tentei ver pela fresta da porta, via uma sombra se aproximando, e aquilo me causou medo, e consequentemente me arrepiei ao ver o que estava chegando. Com certeza não era humano, era realmente assustador, a coisa arrastava meus pais, que estavam completamente ensaguentados, mas pareciam estar vivos ainda. A coisa se aproximou da porta, e abriu devagar, fazendo um barulho que me fez fechar os olhos, e uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Eu tinha vontade de saber o que era aquilo, mas o medo me impedia até de abrir os olhos. Juntei todas as forças que ainda me restavam, e abri os olhos devagar, e vi que a coisa tinha deixado meus pais perto da minha cama, de frente pra mim, e logo em seguida começou a riscar algo na parede, o que por um momento não me foi possível entender, já que as lágrimas atrapalhavam minha visão. Fechei os olhos com força, e as lágrimas caíram, abri em seguida, e a coisa estava mais próxima de mim, olhei em direção a parede, e consegui ler o que tinha escrito: EU SEI QUE VOCÊ ESTÁ ACORDADA…

Era inicio de noite, parecia que seria uma noite como qualquer uma, tudo estava acontecendo rotineiramente, nada fora do comum. Eu morava em uma vila, não muito movimentada, o que à deixava com um ar um pouco assombrado, mas meus pais moravam ali há 24 anos, e nada tinha acontecido até então. Continuando, como de costume, recolhi-me ao meu quarto tendo em mãos um livro, e meu celular, tranquei a porta e comecei a ler. Coloquei os fones no ouvido, eles me ajudavam a concentrar-me na leitura, ao contrário do que minha mãe pensava. A música era suave, e ao mesmo tempo assustadora, o que fazia jus ao livro que eu lia. O livro contava a história de uma garota filha de um grande empresário, que havia um grande segredo: Ele tinha matado sua antiga esposa, e seus dois filhos. A garota, logo após descobrir isso, passou a fugir de seu pai, que tentava lhe matar, para que seu sombrio segredo não fosse adiante. Aquela história de certa forma, me era convidativa, já que boa parte de mim, digamos que, era atraída pelo obscuro. E era incrível a forma que a leitura me prendia, quando me dei conta, já passava da meia-noite. Resolvi ajeitar minha cama, e esperar que o sono chegasse. Joguei o livro dentro do guarda-roupa, e tentei dar uma “maquiada” em meu quarto, já que a bagunça era tão grande, que se eu fosse realmente arrumar iria levar a noite toda. Deitei na cama, e me enrolei com meu cobertor, que já era como parte de mim, pois não conseguia dormir sem ele. Me cobri dos pés a cabeça, e fiquei pensando na história do livro. Quando estava pegando no sono, escutei um barulho, que não me era estranho, parecia com os que eu escutava em filmes de terror. Bom, tentei ignorar, e fingir que era fantasias da minha cabeça. Fechei os olhos, e outro barulho, esse foi mais assustador e seguido de um grito rouco, parecia sentir muita dor. Me cobri o suficiente para que apenas meus olhos ficassem expostos, e tentei ver pela fresta da porta, via uma sombra se aproximando, e aquilo me causou medo, e consequentemente me arrepiei ao ver o que estava chegando. Com certeza não era humano, era realmente assustador, a coisa arrastava meus pais, que estavam completamente ensaguentados, mas pareciam estar vivos ainda. A coisa se aproximou da porta, e abriu devagar, fazendo um barulho que me fez fechar os olhos, e uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Eu tinha vontade de saber o que era aquilo, mas o medo me impedia até de abrir os olhos. Juntei todas as forças que ainda me restavam, e abri os olhos devagar, e vi que a coisa tinha deixado meus pais perto da minha cama, de frente pra mim, e logo em seguida começou a riscar algo na parede, o que por um momento não me foi possível entender, já que as lágrimas atrapalhavam minha visão. Fechei os olhos com força, e as lágrimas caíram, abri em seguida, e a coisa estava mais próxima de mim, olhei em direção a parede, e consegui ler o que tinha escrito: EU SEI QUE VOCÊ ESTÁ ACORDADA…

(Source: overdose-de-rock, via terrorameianoite)

Amigo: — Cara, você se arrependeu de ter terminado com ela?


Ele: — Olha pra mim, você acha que eu me arrependi? Eu saia sexta e só voltava segunda de manhã pra trabalhar. Eu peguei a mãe, a filha, a prima, a tia e só não peguei a vó da vizinha, porque ela tinha hemorroida. Eu tinha cortesia pra entrar nas melhores baladas. Eu esnobei as garotas que todos os homens queriam pegar. Transei de segunda à sábado, e domingo eu via futebol. Detalhe, sem ninguém me chamando pra ir ve casal feliz no Faustão ou sei lá o que. Me mandavam mensagens o dia todo e se você perguntar se eu li alguma eu vou te dizer que não. Eu podia ver filme pornô, levar a guria que eu quisesse pra minha cama e depois chamar o taxi pra ela ir embora pra eu não precisar gastar gasolina, porque convenhamos, tá cara. Eu era o que elas queriam de qualquer jeito. E eu, queria todas de qualquer jeito, mas só um pouquinho cada uma. Chamava todas de bê, pra não errar o nome de nenhuma. E por que diabos elas achavam que isso era fofo? Eu ia pra academia as três das tarde e voltava as oito da noite. Tenho uma coleção de calcinha perdida na última gaveta da minha estante. Eu saia na rua com o som alto no carro e podia escolher a dedo, quero essa, depois essa e mais tarde, essa. Na minha geladeira nunca tinha uma caixa de cerveja, eram no minimo quatro. Eu não devia nada pra ninguém. A única guria que me cobrava alguma coisa, era minha mãe. Me cobrava minha cueca lavada e só. Não tinha que ir no cinema ver as comédias românticas e falar “own amor, eu faria o mesmo por você”. Não tinha que deixar de ir pra balada pra fazer um lanchinho em família. Não precisava me preocupar em horário e olhava pra quem eu queria na rua. Minha casa tinha festa toda quarta. Camisinha aqui tinha do Bob Esponja até das Três espiãs demais. E eu ainda dava de brinde um moranguinho pra cada garota. Meu trampo era sentado na frente do computador. Peguei tua irmã cara. A amiga dela. A Carolzinha filha do Prefeito da cidade. A Jú filha do gerente do banco. Loira, morena, ruiva, que gostava de pagode até a que gostava de gospel. Eu tinha o mundo na minha mão. E você me pergunta se eu me arrependi? Me arrependi. Porque toda essa vida perfeita nesses 4 meses que fiquei sem ela não teve valor nenhum depois que eu vi ela sorrindo de um jeito que nunca sorriu pra mim, pra um outro cara aí. Pra um vagabundo desgraçado que vai fazer ela feliz, porque eu, eu não fiz ela feliz e ainda mandei a melhor coisa que eu tinha na vida me esquecer. E sabe o que é pior? Ela me obedeceu.’

(via sembarreira)

(Source: preceder, via sembarreira)

// QUE DECLARAÇÃO DE AMOR MAIS LINDA, MEU DEUS DO CÉU, XORANO//

tequila-absolut:

PENSEM, MINHA INBOX LOTADISSIMA DE ASKS ASSIM:

(Source: embriagado)

(via o-melhor-do-mundo)

(via o-melhor-do-mundo)

(Source: renklerinsavasi, via lucashfl)

(Source: renklerinsavasi, via lucashfl)

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